terça-feira, 1 de junho de 2010

Vencedores do Concurso

Antes de mais gostaríamos de agradecer a participação de todos os concorrentes, tanto aos mais como aos menos assíduos. Apesar de, com o desenrolar do concurso, as respostas aos enigmas terem sido menores, ficamos satisfeitos com a vossa colaboração!

Anúnciamos então os vencedores:
1º Maria Inês Carvalho, 12ºA
2º Cristiano Nunes, 12ºA

Parabéns a ambos pela luta renhida que apenas foi desempatada por uma questão de tempo.

O prémio do concurso (15€ e 10€ em cheque Fnac, para o 1º e 2º lugar, respectivamente), será entregue no dia 8 de Junho, 3ª feira, na Polivalente durante o festejo da entrega de prémios da escola.

Damos assim por encerrado o nosso concurso de engimas "Desvenda o Último Cais"

domingo, 30 de maio de 2010

Apresentação Final de Ano

Caros colegas e restante comunidade escolar,

Informamos que a nossa apresentação realizar-se-á no dia 1 de Junho, 3ªfeira, pelas 11h40.
O ponto de encontro será no Auditório do Pavilhão B mas iremos mover-nos posteriormente para os laboratórios do Pavilhão A e regressamos novamente ao Auditório.

Não percam!
O crime anda por aí

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Resposta ao Último Cais

1º A disposição dos jogadores era a seguinte:

Justificações:
• Lagartixa segredava com o Batoteiro e com o Manuel, logo estaria entre os dois (afirmação 7)
• Como neste jogo os jogadores têm de estar alternados, os colegas de equipa do Lagartixa seriam o Carlitos e o Lampanas, visto que se diz que o Batoteiro nessa noite não tivera por parceiros nem o Lampanas, nem o Lagartixa (afirmação 2)
• O Lampanas guardava as fichas dos seus parceiros, logo ele tem o seu cinzeiro cheio, ao contrário dos seus colegas de equipa
• O maneta e o Carlitos não poderiam estar na posição F2 já que não conseguiam estar a agarrar nas cartas e no copo de vinho ao mesmo tempo

2º O Batoteiro é o jogador canhoto, porque
• Segundo a foto o Lagartixa é o único que ainda não possuía cartas, logo as cartas foram distribuídas pela esquerda
• O Batoteiro tem o resto do baralho na mão direita, mas ele dava as cartas com a mão esquerda
• Porque é o único cujo cinzeiro das fichas está colocado do lado esquerdo

3º Segundo a foto, a mancha do copo de vinho está no lugar ocupado pelo jogador espanhol (Gonzalez) (F2), logo era este que estava a beber vinho no momento das detonações.


• Quem matou “O Batoteiro” foi o Lampanas pois tinha uma mão livre
• Todos os que haviam recebido o jogo tinham cartas seguras numa das mãos
• O espanhol (Gonzalez) tinha as duas mãos ocupadas visto que segura no copo com uma e na outra também tinha as cartas.
• O Carlitos tinha uma mão quebrada por um tiro durante uma rixa e na outra segurava as cartas.
• O Manuel era maneta logo só tinha uma mão disponível onde também segurava as cartas.
• O Lagartixa contava, na palma da mão as escassas marcas, e por isso utilizava as duas mãos na sua contagem, e mesmo que quisesse matar seria difícil devido à posição em que se encontrava em relação ao Batoteiro.

domingo, 23 de maio de 2010

O ÚLTIMO CAIS - O assassina do Batoteiro

O ÚLTIMO CAIS
O assassinato do Batoteiro

Tudo aconteceu numa noite calma em que vários amigos se reuniram no seu café habitual, “O Copas”, para jogar umas cartadas. Nessa noite, fora assassinado o Batoteiro (assim lhe chamavam os colegas, entre os quais tinha péssima fama).
O inspector estava tranquilo a dormir, quando foi chamado para investigar a cena de crime. Ouviu as declarações prestadas pelos assistentes e ordenou que ninguém saísse dali. Dirigiu-se para a cena de crime, onde apenas restava o cadáver do Batoteiro caído sobre o tampo, cartas e os cinzeiros com as marcas do jogo:
F. Lugar de cada jogador;
D. Cinzeiro para fichas;
C. Cartas para jogar;
O. Fichas no centro da mesa;
X. Marca de um copo de vinho;
B. Resto de um baralho de cartas;
A. Corpo do assassinado.

Seguidamente, registou os apontamentos principais das declarações conseguidas ao cabo de apertados interrogatórios:
Primeiro – O Batoteiro fora assassinado com dois tiros no estômago.

Segundo – Contrariamente ao que era habitual nos jogos de “O Copas”, o Batoteiro nessa noite não tivera como parceiros nem o Lagartixa nem o Lampanas.

Terceiro – Um dos jogadores era canhoto. Outro, o Manuel, era maneta.

Quarto – Segundo as declarações do Ricardo Miúdo, empregado de “O Copas”, todos os que já haviam recebido jogo tinham as cartas seguras numa das mãos precisamente quando soaram as duas detonações.

Quinto – Quando Carlitos foi interrogado acerca da falta de duas balas no seu revólver, explicou que tivera uma rixa ao cair da tarde, e que descarregara então os dois tiros. Além disso, exibiu o pulso direito, quebrado por uma bala durante a rixa, o que o impossibilitava de fazer qualquer movimento com aquela mão. Todos os outros confirmaram as suas declarações.

Sexto – O Lampanas guardava as fichas dos seus parceiros, que eram o Lagartixa e Carlos Damião.

Sétimo – O Lagartixa tornara-se suspeito no decorrer do jogo, pois tão depressa segredava com Batoteiro como com o Maneta. No momento em que soaram os tiros, ele contava, na palma da mão, as escassas fichas, recentemente ganhas, antes de as entregar à guarda do Lampanas.

Oitavo – Um dos jogadores estava a beber no momento das detonações, e apanhara um tão grande susto que se engasgara com o vinho.

Depois de saberes que os jogadores dessa noite tinham sido o Batoteiro, o Lagartixa, o Lampanas, o Carlitos, o Manuel e um espanhol chamado Gonzalez, responde:


1º – Qual a disposição dos jogadores, indicando os respectivos lugares? Porquê?
(analisa bem a disposição da mesa e os depoimentos dos jogadores)
2º – Qual dos jogadores era canhoto? Porquê?
3º – Qual dos jogadores estava a beber? Porquê?
4º – Qual dos jogadores assassinou ”O Batoteiro”? Porquê?
(repara que para poder disparar sobre “O Batoteiro”, o jogador teria de ter uma das mãos livres)
DESVENDA O ÚLTIMO CAIS...

sábado, 22 de maio de 2010

Resposta ao V Cais

1- Verdade,eles não lucravam em mentir

2- Z de “Zé”, lançar suspeitas de crime sobre José Garcia.

3- Letra z, o que nos leva a concluir que se trata de suicídio.
Autópsia e análise de whisky confirmou que o veneno produzira a morte instantânea, sendo impossível ao industrial de escrever a letra z com tanta precisão
Relação do casal

4-Era médico,logo conhecia o efeito das drogas e produtos químicos
-O industrial encontrava-se à beira da falência e nada o poderia salvar

segunda-feira, 10 de maio de 2010

ENIGMA V

O 5º CAIS - MISTÉRIO DA LETRA Z

Às 23 horas o conhecido industrial Arnaldo Silveira foi encontrado sem vida, tombado sobre a secretária do escritório da sua residência.
O doutor Macedo, velho amigo da família, chamado a toda a pressa, compareceu passados 10 minutos e, após um exame sumário, aconselhou a esposa do falecido e uns visitantes do casal, que se encontravam presentes, a reclamar o auxílio da polícia.
Decorrida meia hora o agente Eduardo Salgueiro dava começo às investigações. Apurou, assim, que nessa noite, como frequentes vezes sucedia, se tinham reunido em casa do industrial os seus antigos condiscípulos José Garcia e Álvaro Duarte e uma visita acidental, Fernando Lopes.
Tinham soado as 22 horas quando Arnaldo Silveira se retirou para o escritório, alegando urgência em rever um relatório referente ao movimento da sua importante venda de produtos químicos, convidando José Garcia para trocar com ele algumas impressões.
A reunião prosseguiu, iniciando-se, um quarto de hora depois, um jogo de cartas, já com a presença de José Garcia.
Quase às 23 horas Emília Silveira, a esposa do industrial, encaminhou-se para o escritório, a fim de procurar um livro que Álvaro Duarte lhe pedira.
Momentos passados os visitantes acorreram em sobressalto, atraídos por um grito estridente. Deparou-se-lhes o corpo de Arnaldo Silveira sentado à secretária, estando o tronco caído sobre o tampo. Os olhos vítreos fixavam-se, teimosamente, na mão direita. Aproximando-se notaram, com espanto, que os dedos encharcados na tinta derramada na secretária – pois os tinteiros estavam entornados – tinham desenhado, com perfeição, numa das folhas do volumoso relatório, um Z maiúsculo. Mais além um fino copo tombado continha algumas gotas de “whisky”.
Segundo declarações do médico, o industrial, nos últimos tempos, bebia desorientadamente, sem dúvida devido ao azar implacável que o vinha perseguindo nos negócios. Na sua opinião a morte fora motivada por envenenamento e ocorrera não havia mais de meia hora. O exame do corpo e o cheiro pronunciado do “whisky” que ficara no copo eram concludentes: empregara-se um veneno poderoso de efeitos instantâneos, dificílimo de obter e, normalmente, apenas conhecido dos médicos. O “whisky” contido no copo não acusava qualquer odor suspeito. É evidente que estas informações ficavam pendentes do resultado da autópsia e das análises do “whisky”.
Os peritos que acompanhavam o “detective” verificaram que as marcas digitais impressas no copo e no frasco pertenciam à vítima e a José Garcia.


Em face desta conclusão o investigador interrogou Garcia. Este apressou-se a explicar:
– É muito natural. Depois de trocarmos impressões acerca dos relatórios desfavoráveis da Companhia, o Arnaldo pediu-me que lhe chegasse o “whisky” que guardava num pequeno armário, conjuntamente com vários copos. Assim procedi.
– Serviu-se também de “whisky”?
– Não. Nunca bebo.
– Viu-o beber na sua presença?
– Ficou a bebericar quando o deixei.


Emília Silveira forneceu as explicações com uma calma extraordinária.
– Os criados estão fora de casa; eram-no já de meus pais. De resto não posso suspeitar de ninguém. José Garcia foi colega de meu marido no liceu e no curso de medicina onde estudaram juntos até trocarem a carreira de médico pela dos negócios. É recebido nesta casa sem a menor cerimónia, sendo considerado pessoa de família. Álvaro Duarte, também condiscípulo no liceu, fez-se professor. Visita-nos amiúde e estimamo-lo bastante. Quanto a Fernando Lopes passou connosco o serão acidentalmente. Efectuou diversos negócios com meu marido, tendo-me sido apresentado à meses.

Álvaro Duarte afirmou:
– É meu dever elucidá-lo. Não deixarei de lhe contar o que sei. Emília Silveira mantém relações com José Garcia. Todos o sabem. É possível que o pobre Silveira o ignorasse, sempre tão preocupado com a fábrica que ia de mal a pior, é possível que soubesse. Enquanto ele descia o José Garcia firmava uma belíssima posição comercial. É assim a vida.

A autópsia e as análises corroboraram as afirmações do médico e vieram dar certeza às deduções que o agente Salgueiro estabelecera.
Estava desvendado “O Mistério da letra Z”.



QUESTIONÁRIO:

1º – Os interrogados falaram verdade ou mentira? Porquê?
2º – O que teria levado Arnaldo a traçar a letra Z?
3º – Qual foi o primeiro indício que conduziu o “detective” ao esclarecimento do mistério? Porquê?
4º – Qual foi a solução do agente Salgueiro?

Conseguiras desvendar o Último Cais?

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Como habitual, têm uma semana para responder. A resposta a este enigma deverá ser entregue até dia 18/Maio, 2ª feira, para o mail medforense.esmc09@gmail.com


domingo, 9 de maio de 2010

Resposta ao III e IV Cais

III.
• A frase que o prof. Fernando disse foi “vou ser cozido em água”. (30pontos)
• Aí, os nativos ficaram face a um dilema: se o cozessem em água, esse facto tornaria a afirmação verdadeira, pelo que o teriam de fritar em óleo; só o poderiam fritar em óleo, se afirmação fosse verdadeira, pois se o fizessem, isso tornaria a última frase numa mentira. (15 pontos)
• Assim, os nativos não tiveram outra hipótese senão soltar o prof. Fóssil. (15pontos)


IV.
• O facto de a empregada afirmar falava entusiasmado por estar em Portugal. (25 pontos)
• Como Wanderlei de Sousatinha nascido e vivido sempre no Brasil, não teria escrito as palavras “recepção” e “baptismo” tal como apareceram na nota, que é a forma gramatical como os Portugueses as escrevem. Um Brasileiro escreveria “receção” e “batismo”. (25pontos)