O Primeiro Cais
A morte em tempo de Quaresma
No coro alto da igreja de um mosteiro, junto ao órgão de tubos, foi encontrado o cadáver de um homem.
Tratava-se de José Cardoso, o organista da igreja.
Junto a si, encontrava-se a cadeira onde se sentava para praticar, caída no chão, e uma bala, que mais tarde se apurou pertencer à arma utilizada na morte do músico.
A equipa de ciência forense, contactada pelo guarda do mosteiro, mal chegou ao local, após o isolar a área do crime, começou por fazer uma análise minuciosa ao recinto do coro alto, onde José fora assassinado. Foi logo no momento determinado que o crime se tratava de um assassinato porque o posicionamento da bala não deixava dúvidas de que se tratava de um homicídio.
Alguém matou o desafortunado músico, deixando ao pé do cadáver a arma do crime, no intuito irrisório de simular um suicídio.
Além da cadeira tombada e do relógio de bolso de José Cardoso parado nas 12 horas (que intuitivamente concluiu-se que a paragem do relógio foi causada pela queda do relógio no momento do disparo), não foram descobertas mais nenhumas provas relevantes para o desvendar do crime.
Restava, para raciocínio final e estudo do problema, ouvir o relato do guarda, pois era a única pessoa que se encontrava no local à hora do crime.
“O Sr. Cardoso que chegou à igreja por volta das 11 horas e, depois de me cumprimentar, pegou numa cadeira e na sua pasta e encaminhou-se para o coro alto, dizendo que iria ensaiar alguns números do seu vasto reportório, que iria tocar agora no tempo da Quaresma.
Mais tarde, passada uma hora e meia, eu quis a ir almoçar. Então, fui avisar o Sr. Cardoso, mas do claustro, reparei no Sr. Cardoso, sentado, a tocar órgão, e não o quis interromper. Ao sair pela porta principal ouvi qualquer coisa que me pareceu um tiro e deixei de ouvir o órgão de tubos.
Assustado, retrocedi, e caminhei apressadamente para o coro alto, encontrando aí o Sr. Cardoso morto.
Foi então que chamei a polícia. Não sei mais nada!”.
O investigador esboçou um sorriso vitorioso quando acabou de ouvir o relato do guarda do mosteiro. Apenas disse: “Há, nas suas declarações, alguns aspectos que não estão certos. Terá de me explicar melhor no posto da Polícia Judiciária. Considere-se preso.”
A morte em tempo de Quaresma
No coro alto da igreja de um mosteiro, junto ao órgão de tubos, foi encontrado o cadáver de um homem.
Tratava-se de José Cardoso, o organista da igreja.
Junto a si, encontrava-se a cadeira onde se sentava para praticar, caída no chão, e uma bala, que mais tarde se apurou pertencer à arma utilizada na morte do músico.
A equipa de ciência forense, contactada pelo guarda do mosteiro, mal chegou ao local, após o isolar a área do crime, começou por fazer uma análise minuciosa ao recinto do coro alto, onde José fora assassinado. Foi logo no momento determinado que o crime se tratava de um assassinato porque o posicionamento da bala não deixava dúvidas de que se tratava de um homicídio.
Alguém matou o desafortunado músico, deixando ao pé do cadáver a arma do crime, no intuito irrisório de simular um suicídio.
Além da cadeira tombada e do relógio de bolso de José Cardoso parado nas 12 horas (que intuitivamente concluiu-se que a paragem do relógio foi causada pela queda do relógio no momento do disparo), não foram descobertas mais nenhumas provas relevantes para o desvendar do crime.
Restava, para raciocínio final e estudo do problema, ouvir o relato do guarda, pois era a única pessoa que se encontrava no local à hora do crime.
“O Sr. Cardoso que chegou à igreja por volta das 11 horas e, depois de me cumprimentar, pegou numa cadeira e na sua pasta e encaminhou-se para o coro alto, dizendo que iria ensaiar alguns números do seu vasto reportório, que iria tocar agora no tempo da Quaresma.
Mais tarde, passada uma hora e meia, eu quis a ir almoçar. Então, fui avisar o Sr. Cardoso, mas do claustro, reparei no Sr. Cardoso, sentado, a tocar órgão, e não o quis interromper. Ao sair pela porta principal ouvi qualquer coisa que me pareceu um tiro e deixei de ouvir o órgão de tubos.
Assustado, retrocedi, e caminhei apressadamente para o coro alto, encontrando aí o Sr. Cardoso morto.
Foi então que chamei a polícia. Não sei mais nada!”.
O investigador esboçou um sorriso vitorioso quando acabou de ouvir o relato do guarda do mosteiro. Apenas disse: “Há, nas suas declarações, alguns aspectos que não estão certos. Terá de me explicar melhor no posto da Polícia Judiciária. Considere-se preso.”
PERGUNTAS:
1- O que levou o investigador de ciências forenses e criminais a prender o guarda do mosteiro? Enuncia as razões e explica-as.
2- Que te parece que tenha acontecido?
CONSEGUIRÁS DESVENDAR O ÚLTIMO CAIS?
Até breve!
“O Último Cais” – 12º A , Área de Projecto
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Informação:
Como foi referido no e-mail a quem foi possível enviar, este enigma deverá ser resolvido até Domingo, dia 14 de Março. Aos participantes que não responderem até à data será atribuída a pontuação de 0 pontos.
A resposta ao enigma será exposta apenas no blogue durante a semana seguinte.
O Enigma II será afixado nos pavilhões e divulgado no nosso blogue a partir de dia 15 de Março, 2ª feira.

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